Foto: Carlos Alberto/SEAP DF
Governo do Distrito Federal deu posse, na manhã de hoje, a 205 concursados de
14 áreas. A maior parte atuará na regional de Sobradinho
Mais 205 servidores da área da Saúde tomaram
posse nesta segunda-feira (27). A maioria deles vai trabalhar no Bloco
Materno-Infantil do Hospital Regional de Sobradinho, inaugurado no final de
outubro pelo governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. As contratações
fazem parte da política de melhorias da atual gestão na saúde pública. De 2011
para cá, já foram nomeados cerca de 7 mil concursados.
Entre os profissionais empossados hoje estão
médicos, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, psicólogos e técnicos em
radiologia. "Já nomeamos 11 mil servidores, mais da metade para a Saúde. Isso é
parte do nosso compromisso de melhorar a atenção primária à saúde", destacou o
secretário de Administração Pública, Wilmar Lacerda. "Esse esforço continuará
com a nomeação de mais 13 mil para a área nos próximos dois anos", revelou.
A subsecretária de Gestão do Trabalho e da
Educação na Saúde, Maria Natividade, representou a Secretaria de Saúde na
cerimônia. Ela ressaltou a importância da Rede Cegonha, programa criado pelo
governo federal para ampliar e melhorar a assistência a gestantes,
recém-nascidos e crianças. "Para que possamos dar um salto de qualidade na saúde
pública, também precisamos do comprometimento dos servidores, que devem prestar
atendimento humanizado à população", afirmou.
Investimentos – Desde o ano passado, o Distrito
Federal conseguiu evoluir no atendimento oferecido pelo sistema público de
Saúde. Não apenas na redução da carência de pessoal, mas também com
investimentos na estrutura. Do início do governo até agora, foram inauguradas
quatro Unidades de Pronto Atendimentos (UPAs), cinco Clínicas da Família, além
de novos serviços e reformas nos hospitais e centros de saúde da rede.
O número de leitos de Unidade de Tratamento
Intensivo (UTI) foi ampliado de 206 para 343. A perspectiva é de chegar a 423
ainda em dezembro deste ano. Ações como mutirões de cirurgias em diversas
especialidades médicas e incentivo ao transplante de órgãos, por sua vez,
possibilitaram a resolução de demandas reprimidas há anos. A meta do governo é
ampliar para 100% a cobertura da atenção básica à saúde até 2014.
Fonte: Agencia Brasília
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